
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
ARNALDO CARDOSO PIRES, EX-PRESIDENTE DA SEAERJ E CONSELHEIRO
Caro Colega,
Nessa ocasião, quando se aproxima o momento em que iremos nos pronunciar a respeito dos instrumentos adequados para a atuação futura do nosso Clube, o representante maior dos profissionais da área de engenharia, sinto-me impelido a apresentar algumas considerações, para as quais solicito a sua atenção.
Nove anos atrás, em 2000, quando todas as correntes políticas do Clube me honraram com a indiecação para asssumir a Presidência, nós tínhamos um projeto bem definido, no qual se destacava concentrar esforços no objetivo de recuperar todos os instrumentos de financiamento dos serviços de engenharia, que foram progressivamente sendo eliminados, culminando com a extinção do FUNDO RODOVIÁRIO NACIONAL.
Além disso, era nosso projeto também recuperar a legislação sobre obras e serviços de engenharia da década de setenta, no regima militar, que derminava uma reserva de mercado para a Engenharia Nacional.
Para desenvolver esse projeto, convidamos para assumir a Vice-presidência o Engenheiro Francis Bogossian, que além da sua qualificação pessoal como consultor técnico e executor de obras importantes no Estado, Exercia a Presidência da AEERJ, tão interessada como nós todos nos objetivos de nossos projetos e que, portanto, seria um colaborador importantíssimo para atingí-los.
Infelizmente, por porblema graves de saúde não me foi permitido pelos médicos assumir a Presidência do Clube de Engenharia e, para nossa decepcção o meu substituto e seus sucessores não entenderam que aqueles eram os projetos de maior interessse para os profissionais da área de engenharia.
Surge agora a oportunidade para recuperar os projetos, já que , atendendo ao desejo de muitos de nós, o Engenheiro FRANCIS BOGOSSIAN, se dispos a concorrer pela chapa CLUBE DE ENGENHARIA UNIDO à Presidência do nosso CLUBE DE ENGENHARIA.
Será certamente bem sucedido no desenvolvimento dos nossos objetivos, pois permanece ainda na presidência da AEERJ.
Com a união das duas entidades, e como o apoio já declarado dos Presidentes do CREA/RJ e do CONFEA, muito provavelmente iremos recuperar os instrumentos necessários para a execução de obras e serviços, bem como para o financiamento do desenvolvimento das empresas nacionais e conseqüêntemente dos nossos profissionais da área de engenharia.
Atenciosamente,
Engenheiro Arnaldo Cardoso Pires
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Prezados parceiros de jornada para a renovação do Clube de Engenharia
Prezados parceiros de jornada para a renovação do Clube de EngenhariaEu expresso o mais sincero agradecimento aos companheiros da Comissão do Francis Bogossian, pois juntos estamos nesse rumo, para o posto de presidente do Clube de Engenharia onde a renovação, a vitalidade, e novos caminhos que conduzirão o Clube de Engenharia ao posto de baluarte da Engenharia na cidade do Rio de Janeiro e do Brasil.
Declaro: Eu voto prof. Francis Bogossian
Cesar Antonio Schenini
geólogo
http://clubedeengenhariaunido.blogspot.com/
Comitê Vitória
http://blogeologia.blogspot.com/
blogeologia
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Francis Bogossian - Universidade pública
Não apenas no âmbito universitário, todo o ensino, no Brasil, precisa ser alvo de total reestruturação. Cabe, entretanto, focalizar pontos de
fundamental importância, através de questionamentos, não apenas aos nossos dirigentes, mas também à sociedade, englobando suas minorias/maiorias sociais e raciais, enfim, toda a nação brasileira. Parto da assertiva de que as universidades públicas precisam voltar a ser os verdadeiros centros de inteligência do país. Seus egressos devem ser responsáveis pelos avanços e conquistas sociais, científicos e tecnológicos.Para que tal aconteça, cabe aos governos prover as universidades de recursos materiais e de pessoal, para que os docentes possam cumprir suas funções a contento. E quanto aos alunos, é indispensável que haja homogeneidade para que as tarefas pedagógicas possam ser desempenhadas com proficiência. Quem é, ou já foi, professor sabe que aulas, em turmas heterogêneas, são niveladas para atender os de nível mais baixo.
O criticado concurso vestibular sempre teve a função de selecionar uma elite de estudantes capacitada para fazer da universidade pública trampolim para postos de destaque no país. O sistema de cotas raciais talvez seja um grande equívoco pedagógico, ainda que se destine a resgatar dívidas históricas. A garantia de vagas para estudantes da rede pública é outra tentativa perigosa. Como não se consegue recuperar o ensino médio oferecido pelo Estado, inserem-se, nas universidades, estudantes mal preparados. Ambos os critérios encerram visões de curto prazo. As universidades públicas só poderão atingir níveis de excelência se forem privilegiadas as inteligências. Assim, ricos ou pobres, brancos ou negros, oriundos da rede pública ou particular, os alunos dessas instituições devem constituir uma elite intelectual. Para aqueles que, comprovadamente, não puderem pagar, a universidade, através da concessão de bolsas de estudo, permaneceria gratuita.
Aos de maior poder aquisitivo cobrar-se-ia por esse ensino privilegiado, utilizando as receitas para financiar bolsas para os mais carentes. Defendo este como o melhor critério, no sentido mais amplo de justiça, realmente preocupado, a médio e longo prazos, com os interesses maiores da nação.
O professor Francis Bogossian, engenheiro, é membro titular da Academia Brasileira de Educação e da Academia Nacional de Engenharia e Presidente da Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro
JAQUES SHERIQUE COM FRANCIS - CLUBE DE ENGENHARIA E CREA RJ
"Francis é um importante profissional na busca pela renovação do Clube. Estou engajado nesta campanha, da qual também participo como candidato a diretor e tenho certeza de que Francis é o melhor candidato para promover as mudanças e ajustes que o Clube de Engenharia e a sociedade precisam. Eu voto Francis".
JAQUES SHERIQUE /Conselheiro do Clube de Engenharia e do CREA-RJ
Francis na Rádio Mec 800 KHz, Quinta-Feira, dia 13/08 às 11h, Programa Atualidades com Cadu Freitas no Debate sobre Plano Diretor.
Lançamento da Revista Construir, leva mais de 200 pessoas hoje pela manhã a sede da AEERJ. Presidente da CEDAE, Vagner Victer, fez balanço dos investimentos da CEDAE em todo o estado do Rio de Janeiro e ainda lembrou a importância de elegermos Francis Bogossian para Presidente do Clube Engenharia na eleições que acontecem nos próximos dias 26, 27 e 28 de agosto.
As chapas de oposição: Convergência, Participação, Ordem e Progresso e Soberania Nacional, estão juntas na chapa Clube de Engenharia Unido - CEU, e acreditam que Francis Bogossian deve ser o comandante desta " Revolução histórica", que pretente reconduzir nosso clube ao caminho do bem.

INFORMATIVO
10 DE AGOSTO DE 2009.
Acompanhe nossos próximos eventos:
13 de agosto, Quinta
11:00h – Francis e Agostinho participam de Debate sobre Plano Diretor na Radio Mec AM 800KHz, programa Atualidades .
18:00h - Reunião Campanha – Clube de Engenharia, 21° andar.
15 de agosto, Domingo
01:30h – Francis estará no Programa Deles e Delas com Leleco Barbosa – TV BANDEIRANTES. 20 de agosto, Quinta
12:00h - Almoço de ConfraternizaçãoAV. RIO BRANCO, 124/24º – CENTRO – RJAdquira seu convite com antecedência. Lugares limitados! RSVP : 2178-9250 Adesão : R$ 25,00
Homenagem especial aos 90 anos de fundação doSINDUSCON-RIO - SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃOCIVIL NO ESTADO DO RIO DE JANEIROe aos sócios aniversariantes do mês de Agosto
O candidato à presidência do Clube de Engenharia, FRANCIS BOGOSSIAN também da FRENTE PRÓ RIO e o deputado Hugo Leal farão uma Reunião da Frente Pró-Rio, na próxima segunda feira dia 17 de agosto, das 10h30 às 12h30, na AEERJ-Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro -Av. Rio Branco, 124 -7º andar - Edifício do Clube de Engenharia. O assunto em pauta é a ameaça de mudança nos royalties do pré-sal.
FRANCIS: Defesa dos royalties terá vigília permanente no estado do Rio
Defesa dos royalties terá vigília permanente no estado do RioRio de Janeiro - A Frente Pró-Rio, grupo que reúne 40 entidades empresariais fluminenses, e deputados federais decidiram manter uma vigília permanente para a preservação dos royalties e da Participação Especial do estado do Rio de Janeiro. Entre as ações discutidas, está a possibilidade dos deputados entrarem com um mandato de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), caso o projeto que definirá o novo marco regulatório do petróleo e gás prejudique os interesses do Rio de Janeiro.
A reunião, que ocorreu na manhã do dia 3 de agosto (segunda-feira). na sede da Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro (AEERJ), no Centro do Rio, foi coordenada pelo presidente da Frente Pró-Rio, o empresário Francis Bogossian, pelo coordenador da bancada fluminense, deputado federal Hugo Leal (PSC), e o presidente da Associação dos Municípios do estado do Rio de Janeiro e prefeito de Valença, Vicente Guedes. Estiveram presentes cerca de 40 representantes de diversas entidades classistas do estado e os deputados federais Andréia Zito (PSDB) e Adilson Soares (PR).
Conforme Hugo Leal, a bancada fluminense irá aguardar a chegada das propostas do Executivo em relação ao novo marco regulatório do pré-sal. Ele disse que pretende nesta semana conversar com as demais bancadas dos estados produtores sobre uma articulação conjunta para que não haja perda de recursos. O deputado afirmou que o recurso do mandato de segurança, apontado pelo ex-procurador federal, dr. Humberto Ribeiro Soares, é uma proposta a ser estudada.
- O mandato de segurança é um direito do parlamentar, caso ele não se sinta à vontade para apreciar uma matéria que fira a Constituição. No caso, a modificação no marco regulatório em prejuízo aos estados e municípios produtores fere cláusulas pétreas – destaca o parlamentar.
O deputado disse ser favorável ao fundo social, ao contrato de partilha e ao aumento de participação da União, como vem sendo anunciado pelo Executivo. No entanto, segundo ele, não se pode mexer nos recursos dos municípios e dos estados. Para Hugo Leal, o ideal é que a distribuição seja feita com a parte dos recursos que cabe à União.
O presidente da Frente Pró-Rio, Francis Bogossian, afirmou que é importante a aliança de todos os setores fluminenses em defesa do estado do Rio. O empresário destacou que a união é fundamental para evitar que o estado e os municípios venham a ter perdas no futuro. Para tanto, ele disse que o grupo se manterá em vigília permanente para montar as ações e estratégias diante das propostas do governo federal.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
CARLOS A SERPA / CESGRANRIO APOIA FRANCIS BOGOSSIAN
Dr Carlos Alberto Serpa declara:Francis é um dirigente nato, professor de grande gabarito e um profissional bem sucedido.
O Clube de Engenharia precisa de um líder com essas qualidades, que saiba e possa resgatar a tradição e a importância que ele sempre teve na história de nosso país. Francis deve ser o candidato de todos nós”.
Carlos Alberto Serpa, engenheiro, presidente da Fundação Cesgranrio e da Academia Brasileira de Educação
Carlos Alberto Serpa, engenheiro, presidente da Fundação Cesgranrio e da Academia Brasileira de Educação
Fernando Corrêa Lima – Chefe da DEP – Conselheiro do Clube de Engenharia
Pasmem que sonhei.“Estava no Rio de Janeiro, início do século passado, mudanças urbanas e sociais, Edson Passos abria espaços e surgia a então Avenida Central, nosso clube fundado por Conrado Niemayer em 1880, ditava o crescimento, mostrava o caminho para o futuro.”
Sonhei, e vivi mesmo estes momentos, tenho certeza, vi estátuas chorando em meu sonho, tristeza que também sinto, com o clube numa crise sem precedentes.
A última Reunião do Conselho, realizada em dia 27 de julho, presidida e conduzida por leis ultrapassadas e inconstitucionais e cujos resultados são previsíveis, devido a uma maioria inconseqüente. Maioria que descumpre até o próprio estatuto em seu art. 77, que fala de ética, e segue o Código de Ética do CONFEA, órgão federal, regente da engenharia nacional, norteador do sistema CONFEA/CREA’s, que fazemos parte, com vários conselheiros representantes do Clube de Engenharia, recebemos também repasse de dinheiro de ARTs, que são geradas por sócios desta casa de engenharia em serviços profissionais.
As eleições no Sistema CONFEA/CREA’s, são realizadas para proporcionar total igualdade entre os candidatos, um exemplo, total lisura no processo eleitoral e confiança nos resultados. Candidatos a reeleição se licenciam pelo menos três meses antes, comissões eleitorais garantem igualdade de informações e não permitiriam este último jornal do clube, que mais parece um jornal da chapa Clube de Engenharia. Isto é isonomia?
Mais, o assunto principal da Reunião, era a matéria publicada no Jornal “O Globo”do dia 9 de julho, sobre escândalos na fundação José Bonifácio-UFRJ, que estava sendo divulgada na internet anonimamente sob a alcunha “observatório do clube” e cuja autoria era imputada a qualquer um dos integrantes da chapa CEU - Clube de Engenharia Unido. Diversos oradores expuseram idéias e apesar da vontade de alguns, teimosamente a maioria negava o direito de defesa à minoria. Isto é condenação sem julgamento. “Aos amigos tudo, aos inimigos as penas da lei.”
Absurdas e autoritárias afirmações e fuxicos, que expõem mais de 500 pessoas, antes aliadas, agora dissidentes e oponentes. Além de comprometer o bom andamento do processo eleitoral.
É preciso haver mudança e alternância no poder. Normalmente os dissidentes são responsáveis pelas maiores transformações, sua obsessão e persistência, são realmente capazes de mudar o óbvio, transformando minorias em dirigentes, através de uma política transparente, sem privilégios e benefícios do poder.
É preciso haver mudança e alternância no poder. Normalmente os dissidentes são responsáveis pelas maiores transformações, sua obsessão e persistência, são realmente capazes de mudar o óbvio, transformando minorias em dirigentes, através de uma política transparente, sem privilégios e benefícios do poder.
Isto é democracia? Perguntei-me sem entender e pensei: “o quanto é perigoso e oneroso para uma entidade do cunho e dimensão do Clube de Engenharia, não atualizar seus estatutos, e permitir a perpetuação no poder.”
Enquanto isso, as estátuas choram e nós acordados, choramos também.
Fernando Corrêa Lima – Chefe da DEP – Conselheiro do Clube de Engenharia
LUIZ PAUMGARTTEN DECLARA APOIO À CHAPA CLUBE DE ENGENHARIA UNIDO
O ex-presidente do Crea-RJ e atual vice-presidente da SOBES Retirou apoio à Chapa Engenharia e agora apóia a Chapa Clube de Engenharia Unido.
Segue depoimento;
" Recentes acontecimentos que colocam em dúvida a relação de lealdade que deve reger os grupos políticos, me levam a rever meu apoio à Chapa Clube de Engenharia, passando a apoiar para PRESIDENTE do CLUBE DE ENGENHARIA FRANCIS BOGOSSIAN.
Hoje me parece claro que precisamos de novos ares no nosso Clube . A presença de um engenheiro e empresário de sucesso representa bem o que precisamos neste novo mundo que surge pós crise.
Sempre defendo a Engenharia Nacional e principalmente a Engenharia de Segurança, pelo que representa na proteção dos trabalhadores do Brasil e os expoentes desta modalidade estão na Chapa do Francis e eu não poderia ficar de fora deste ideal"
LUIZ Paumgartten- ex-vice presidente do CREA-RJ e atual vice-presidente da SOBES.
FRANCIS DISCUTE PRÉ-SAL NA AEERJ
"O pré-sal está fervendo. Na sede da AEERJ, houve reunião da Frente Pró-Rio para discutir a questão.
O grito Nacionalista ecoa: O petróleo tem que ser nosso! Na foto, Fernando Siqueira, Vicente Guedes, Francis Bogossian e o deputado, Hugo Leal, aniversariante de hoje (6/8)". Nota na coluna de Hildegard Angel no Jornal do Brasil.
sábado, 8 de agosto de 2009
PAÍS ACELERA OS INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURA
FRANCIS BOGOSSIANEx-presidente da ABMS (1988-92) e atual presidente da Aeerj, já há 12 anos, recém-reeleito para mais três, Francis Bogossian tem uma sólida e diversificada experiência profissional, que começou logo depois que se formou engenheiro, em 1965, na Universidade do Brasil. No ano seguinte, deu início à sua trajetória acadêmica, como professor de Mecânica de Solos, Fundações e Obras de Terra, na UFRJ. Um pouco depois, a convite do renomado professor Fernando Emmanuel Barata, também ex- presidente da ABMS, começou a lecionar Investigações Geotécnicas na opção de Geotecnia UFRJ (1968). Posteriormente, Bogossian foi professor na Universidade Veiga da Almeida (UVA), onde chegou a contar com 15 assistentes para ministrar as disciplinas de Geologia e Geotecnia, depois chefe de departamento, diretor e pró-reitor de desenvolvimento.
Trabalhou inicialmente na empresa do professor Costa Nunes e, em 1972, abriu a sua própria, a Geomecânica, que completa 36 anos de atividades em 2008. Durante todo esse tempo, o espírito empreendedor de Bogossian conviveu bem com sua vocação acadêmica e também com seu perfil de técnico, de engenheiro praticante.
É membro vitalício da Academia Nacional de Engenharia e da Academia Brasileira de Educação.
Talvez por essa tripla qualificação – engenheiro, empresário e acadêmico – Bogossian faz questão de apontar a importância de manter estreita a relação entre a academia, os engenheiros profissionais e as empresas. Ele dá como exemplo os programas da PUC-Rio, que buscam aproximar universidade e indústrias. “Tenho orgulho em dizer que a Geomecânica foi uma das primeiras a se filiar a esses programas”, afirma o empresário. “Se outras instituições, como a UFRJ ou a UERJ, fizerem o mesmo, poderão contar com o nosso apoio”.
Bogossian entusiasma-se também com a idéia de criar o Instituto Brasileiro de Geotecnia, que já foi levada ao âmbito da ABMS, nos moldes da Fundação Instituto de Geotécnica do Município do Rio de Janeiro, a GEO-Rio. O novo órgão teria a missão de propor soluções preventivas e corretivas para graves problemas como deslizamentos, enchentes e acidentes com obras geotécnicas, abrangendo todo o estado do Rio de Janeiro.
Bogossian afirma que a retomada dos investimentos, no caso do Rio de Janeiro, envolve neste momento a reurbanização de favelas, as obras de renovação do Aeroporto Tom Jobim e a construção do Arco Rodoviário Metropolitano, entre outras. Neste último caso, que está inserido no PAC, a construção vai exigir recursos da ordem de R$ 800 milhões, com 75% dos recursos vindo da União e os outros 25%, do Estado. “Com o PAC, as coisas estão começando a caminhar”, afirma o ex-presidente da ABMS. “Vamos ver se este processo terá continuidade, se os recursos serão mesmo liberados, porque não adianta dar um único tiro para o alto”.
ARCO RODOVIÁRIO DO RIO DE JANEIRO
O Arco Rodoviário Metropolitano será uma rodovia de 1ª classe, com 145 km de extensão, atravessando a Baixada Fluminense. Quando concluído, o Arco ligará o município de Itaboraí, onde será instalado o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), ao porto de Itaguaí, sem passar pela cidade do Rio de Janeiro. O Arco vai permitir a integração entre as cinco principais rodovias federais que demandam o Rio, como Rio-Vitória, Rio-Bahia, Rio-Belo Horizonte, Rio-São Paulo e Rio-Santos.
Os quatro primeiros trechos da obra, totalizando 72 km de extensão, ligarão o porto de Itaguaí e a BR-101 (Rodovia Rio-Santos) à BR-040 (Rio-Belo Horizonte) e à BR-493, rodovia que contorna a Baía de Guanabara. O governo do Rio já divulgou os nomes dos quatro consórcios que venceram a licitação. Cada um deles executará um trecho da obra, que deverá ser iniciada em maio.
Vídeo sobre o Arco Metropolitano (tempo: 5 minutos) - Clique aqui.
AEROPORTO TOM JOBIM
A luta em favor da liberação de recursos para infra-estrutura é uma constante atividade de Francis Bogossian. À frente da Presidência da Associação de Empresas de Engenharia do Estado do Rio de Janeiro (Aeerj), que reúne as principais empresas construtoras fluminenses, ele é o coordenador da Frente Pró-Rio, do movimento que reúne outras 30 entidades representativas da sociedade. A mais recente reivindicação do movimento é a liberação de R$ 100 milhões para a realização de obras necessárias à revitalização do terminal de passageiros do Aeroporto Tom Jobim (Galeão), construído há mais de 30 anos.
No final de fevereiro, Bogossian entregou carta com esta solicitação ao presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos e Fiscalização do Congresso, deputado José Pimentel . “O Rio, que ocupa a segunda posição entre os estados que mais arrecadam tributos, vinha sendo preterido na distribuição de verbas federais até recentemente.”
O MERCADO PARA ENGENHEIROS CIVIS
Apesar de ser muito bem-vinda, a retomada dos investimentos em infra-estrutura evidenciou um problema que era mais conhecido por quem acompanhava de perto o mercado de trabalho e a formação acadêmica dos engenheiros. Bogossian lembra que a escassez de investimentos em infra-estrutura e construção civil perdurou por mais de 20 anos, desestimulando fortemente os jovens a ingressar numa faculdade de engenharia. O resultado é que agora “não está fácil contratar um engenheiro civil”, afirma o professor e empresário.
Se for levada em conta a necessidade do país em relação às obras de infra-estrutura, haverá ainda no futuro próximo muito espaço para o trabalho dos engenheiros e, em especial, dos engenheiros geotécnicos. Bogossian destaca a necessidade de obras no setor de energia. “O programa energético não vem sendo cumprido”, aponta. “Se o crescimento for mantido, aumenta o risco de faltar energia”.
Na área de transportes também há muito a ser feito, tanto na conservação das vias já existentes como na construção de novas rodovias e ferrovias. “O PAC precisa entrar nessa área. E precisa entrar forte também para investir no sistema portuário, hoje um entrave permanente à expansão da atividade comercial do país com o exterior”, afirma o ex-presidente da ABMS.
Lei de Licitações
Mesmo que os investimentos em infra-estrutura cresçam, Bogossian aponta um problema de origem legal que pode prejudicar todo esse esforço coletivo. “O Poder Público contrata mal”, diz ele. Na raiz do problema está a Lei de Licitações (8666/93), que faz prevalecer o preço mais baixo sobre qualquer outro critério.
“A qualidade não entra em pauta”, explica Bogossian. A conseqüência, muitas vezes, é a má qualidade das obras e a ocorrência de acidentes. “As licitações são feitas apenas com o projeto básico, sem o projeto detalhado; em outras, nem há o projeto básico”. Ele reconhece que a ABMS tem procurado abordar sistematicamente o tema, em debates nacionais sobre a Engenharia. E sugere persistir neste caminho para que a Lei de Licitações sofra alterações, de modo a fazer com que a proposta técnica tenha peso e importância em qualquer processo de licitação.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
O JORNAL O DIA REPERCUTE AÇÃO DE FRANCIS BOGOSSIAN
Repercutiu a reunião promovida por Francis Bogossian, como coordenador da Frente Pró-Rio, em defesa do Estado do Rio. Leia a íntegra da matéria: "Rio poderá ir à Justiça por seus royalties
Bancada fluminense entrará com mandado de segurança no STF, se o governo federal decidir mudar partilha do petróleo do pré-sal
MICHELALECRIM michel.alecrim@odianet.com.br
MICHELALECRIM michel.alecrim@odianet.com.br
A possibilidade de o governo federal propor mudanças nos critérios de distribuição de royalties e participação especial para estados e municípios produtores de petróleo está mobilizando a bancada do Rio na Câmara. Ontem, deputados federais do estado se reuniram com representantes de várias entidades para que os cofres fluminenses não fiquem sem os recursos dos novos poços do pré-sal. Caso a idéia entre no novo marco regulatório, eles vão recorrer à Justiça. Segundo o coordenador da bancada, Hugo Leal (PSC), a compensação a estados e municípios devido ao impacto causado pela exploração do petróleo é cláusula pétrea da Constituição Federal. Caso a mudança, que chegou a ser aventada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, seja incluída em projeto a ser enviado ao Congresso, ele vai entrar com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF).
ESTUDO AVALIARÁ PERDAS
“Já vencemos a primeira batalha, pois não se discute mais as regras para os poços atuais. Agora, precisamos vencer a segunda, que diz respeito ao pré-sal. Tirar os direitos dos produtores fere o pacto federativo e é inconstitucional”, disse Leal.
“Já vencemos a primeira batalha, pois não se discute mais as regras para os poços atuais. Agora, precisamos vencer a segunda, que diz respeito ao pré-sal. Tirar os direitos dos produtores fere o pacto federativo e é inconstitucional”, disse Leal.
No encontro, realizado na Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro (AEERJ), no Centro, estiveram presentes representantes de entidades ligadas à Frente Pró-Rio, liderada pelo empresário Francis Bogossian. A primeira alternativa será a da negociação e reunião como advogado geral da União, José AntonioToffoli, marcada para hoje.
Segundo o presidente da Associação de Prefeitos do Rio, Vicente Guedes, os municípios também estão mobilizados contra o corte. A Organização dos Municípios Produtores de Petróleo encomendou estudo à Fundação Getúlio Vargas (FGV) para saber que perdas teriam sem a divisão do resultado da exploração do pré-sal.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
FRANCIS É APLAUDIDO DE PÉ APÓS PRONUNCIAMENTO NO CLUBE DE ENGENHARIA

Pronunciamento de Francis Bogossian, candidato à presidente pela Chapa Clube de Engenharia Unido no almoço de homenagem as chapas que concorrerão às eleições de agosto de 2009
Local: Clube de Engenharia - Dia 30 de julho de 2009
Sou candidato a presidente pela Chapa Clube de Engenharia Unido, que é uma ampliação da chapa Engenharia Unida que reuniu as chapas Convergência, Participação, Ordem e Progresso e Soberania Nacional.
Nosso primeiro passo será unir o Clube de Engenharia em torno dos interesses soberanos, são só do Estado do Rio de Janeiro mas também da NAÇÃO BRASILEIRA!
Sabemos que a “União faz a Força” e, é indispensável estarmos fortes pela união.
Nós não temos preconceitos de qualquer espécie! Odiamos preconceitos. Seja de raça, cor, de religiões, contra ricos ou contra os pobres, contra empregados ou contra patrões, etc.
Eu, pessoalmente, vou querer estar com os sócios. Pretendo instituir todas às terceiras, terças-feiras de cada mês um “Café com o Presidente”. Vou ouvir não só os elogios mas também as críticas construtivas. Não atrás dos panos, mas sim uns na frente dos outros. Democraticamente.
E, pessoalmente, vou querer instituir um Conselho de ex-presidentes. Vou querer almoçar com eles mensalmente, todas as quartas-feiras de todos os meses do ano. Nada tenho a criticar dos ex-presidentes e sim ouvir suas sugestões, suas críticas construtivas, suas opiniões. Vou querer absorver tudo o que os ex-presidentes quiserem me transmitir.
A chapa Clube de Engenharia Unido procurou ter elementos de diferentes procedências, de diferentes chapas, das diferentes raças, das diferentes religiões, de diferentes funções e pensamentos mas, irmanados pela igualdade social e a defesa da Engenharia Nacional e o atendimento aos interesses, repito, SOBERANOS DA NAÇÃO BRASILEIRA.
Não sou filiado a nenhum partido político e também não sou defensor nem tampouco acusador de partidos políticos.
Fui eleito presidente da AEERJ (Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro) em 1996 e estou desde então sendo reeleito, sem oposição. Tento sempre antes do término de cada triênio lutar e pedir que escolham um sucessor e não tenho conseguido.
Hoje a AEERJ, organizada, pode prescindir até de um presidente! Lá quem manda é a Diretoria (12 pessoas) e o Conselho (5 pessoas), que convido sempre para as reuniões periódicas. Nestes encontros tudo se discute democraticamente e o diretor executivo, o engenheiro João Américo Gentile de Carvalho Mello, faz com que tais decisões sejam cumpridas e as contas sejam prestadas ao grupo diretor (diretores e conselheiros). Eu, não tenho mais o que fazer a não ser coordenar.
Na minha empresa o procedimento é análogo! Apesar de ser sócio majoritário eu não mando na empresa. Quem comanda é a Diretoria Executiva à qual hoje não mais pertenço.
Passei, junto com meus companheiros e acionistas, para o Conselho de Administração após 35 dos 37 anos de vida da empresa, dando lugar aos mais jovens, aos ex-alunos e aos empregados.
Nossa chapa, como vocês sabem, tem dois notáveis vice-presidentes Manoel Lapa e Fernando Siqueira e uma diretoria e conselhos formados por pessoas também notáveis.
Com a crise mundial que, afortunadamente, não teve a mesma repercussão no nosso país como ocorreu em outros, temos a chance de crescer, não só de forma sustentada, mas em todos os setores da economia e com repercussão em todas as classes sociais. Nesta alternativa de crescimento, a engenharia nacional estará sendo sempre requisitada. Assim, temos que não só exigir o desenvolvimento pleno, como também, que os engenheiros e as empresas de engenharia estejam preparados para esta ocorrência.
No enfrentamento de qualquer discussão, inclusive a do pré-sal, depois de sermos eleitos para o Clube de Engenharia, iremos atual sempre de forma não partidária e acima dos interesses de classes e grupos, a menos da classe dos engenheiros. Na nossa gestão, faremos questão de ouvir a todos e deixá-los exprimir seus pensamentos para o conjunto de sócios. No caso, todos que estamos citando são os tucanos, os democratas, os petistas, os pedetistas, os pessebistas, os adeptos de outros partidos e os de nenhum partido. Assim como os engenheiros assalariados, os sindicalistas, os engenheiros empresários e os desempregados.
A telefonia, notadamente a celular, vêm deixando de cumprir suas obrigações técnicas e comerciais. O Clube de Engenharia precisa liderar uma ação, pedindo o fiel cumprimento das exigências junto ao Ministério das Comunicações. É inacreditável a postura dessas empresas diante da sociedade brasileira. Não se trata de pessoas despreparadas, mas de decisões empresariais de não atender o consumidor. Nosso Clube tem que liderar a luta contra a má prestação de serviços de engenharia, sejam eles públicos ou privados!
Outro assunto que quero dar ênfase é a reforma do ensino para a formação de engenheiros. O Clube tem que convidar a Abenge – Associação Brasileira de Ensino de Engenharia, os professores de engenharia, os alunos, as empresas que empregam os engenheiros para reformular o ensino. O Básico, por exemplo, continuará como está, afastando os que pretendem ser engenheiros? Eu quase desisti da Engenharia no Básico e meu filho, que seria um bom engenheiro, abandonou o curso.
Quero estimular o engrandecimento das DTES, que deverão ser verdadeiros centros de atualização e aprimoramento técnico. Os engenheiros precisam muito disso e, na maioria das vezes, não tem recursos para as subsidiar. Mas, as grandes empresas também precisam que os engenheiros se atualizem e se aprimorem. Tenho certeza de que vou conseguir que elas subsidiem estes cursos de aperfeiçoamento.
A sede da Escola Nacional de Engenharia, a antiga Politécnica, precisa voltar a ajudar a Engenharia. Pretendo instar junto aos poderes públicos para conseguir que o prédio seja tombado, transformando-o no Museu da Engenharia Brasileira, o MEB e, quem sabe, gerido pelo nosso Clube de Engenharia com a ajuda, quem sabe ainda, das empresa públicas e privadas que tanto reconhecem a importância da Engenharia. Vou bater as portas com o pires nas mãos.
Vamos propor a transformação de nossa sede campestre em um pouso para os nossos engenheiros e arquitetos e os geólogos que não dispõem de casa de campo. Vou pedir ao arquiteto Niemeyer que projete o futuro “Campo Oscar Niemeyer” que, sem prejudicar a natureza, terá bangalôs para férias e fins de semana dos associados. Vou pedir às empresas de engenharia que doem a construção dos bangalôs projetados pelo Niemeyer e que levarão o seu nome. Assim teremos o bangalô Petrobras, EBX, Vale, Carioca, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão, Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa e outros mais que vão atender meus pedidos, tenho certeza.
Poderemos ter na sede campestre um restaurante notável com as portas para o exterior, para acolher não só os sócios, mas com descontos especiais para os sócios e seus familiares.
Sou membro efetivo da ANE- Academia Nacional de Engenharia. Fundada e sediada no Rio de Janeiro, mas não tem sede. Vou submeter ao Conselho Diretor a idéia de acolhê-la no nosso Clube, como a Febras. A Academia de braços dados com as DTEs poderá estudar, analisar e cooperar tecnicamente com o desenvolvimento nacional.
O Clube de Engenharia tem que ser o cadinho da Engenharia, unindo alunos, professores, os engenheiros de estudos e projetos, os de obra e os empresários. Juntos, para um ajudar o outro e todos ajudarem o país.
Todas as nossa idéias, repito, serão levadas aos associados e submetidas à decisão final de nosso Egrégio Conselho Diretor.
Tenho muito que falar mas o tempo se esgota.
Muito obrigado!
Local: Clube de Engenharia - Dia 30 de julho de 2009
Sou candidato a presidente pela Chapa Clube de Engenharia Unido, que é uma ampliação da chapa Engenharia Unida que reuniu as chapas Convergência, Participação, Ordem e Progresso e Soberania Nacional.
Nosso primeiro passo será unir o Clube de Engenharia em torno dos interesses soberanos, são só do Estado do Rio de Janeiro mas também da NAÇÃO BRASILEIRA!
Sabemos que a “União faz a Força” e, é indispensável estarmos fortes pela união.
Nós não temos preconceitos de qualquer espécie! Odiamos preconceitos. Seja de raça, cor, de religiões, contra ricos ou contra os pobres, contra empregados ou contra patrões, etc.
Eu, pessoalmente, vou querer estar com os sócios. Pretendo instituir todas às terceiras, terças-feiras de cada mês um “Café com o Presidente”. Vou ouvir não só os elogios mas também as críticas construtivas. Não atrás dos panos, mas sim uns na frente dos outros. Democraticamente.
E, pessoalmente, vou querer instituir um Conselho de ex-presidentes. Vou querer almoçar com eles mensalmente, todas as quartas-feiras de todos os meses do ano. Nada tenho a criticar dos ex-presidentes e sim ouvir suas sugestões, suas críticas construtivas, suas opiniões. Vou querer absorver tudo o que os ex-presidentes quiserem me transmitir.
A chapa Clube de Engenharia Unido procurou ter elementos de diferentes procedências, de diferentes chapas, das diferentes raças, das diferentes religiões, de diferentes funções e pensamentos mas, irmanados pela igualdade social e a defesa da Engenharia Nacional e o atendimento aos interesses, repito, SOBERANOS DA NAÇÃO BRASILEIRA.
Não sou filiado a nenhum partido político e também não sou defensor nem tampouco acusador de partidos políticos.
Fui eleito presidente da AEERJ (Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro) em 1996 e estou desde então sendo reeleito, sem oposição. Tento sempre antes do término de cada triênio lutar e pedir que escolham um sucessor e não tenho conseguido.
Hoje a AEERJ, organizada, pode prescindir até de um presidente! Lá quem manda é a Diretoria (12 pessoas) e o Conselho (5 pessoas), que convido sempre para as reuniões periódicas. Nestes encontros tudo se discute democraticamente e o diretor executivo, o engenheiro João Américo Gentile de Carvalho Mello, faz com que tais decisões sejam cumpridas e as contas sejam prestadas ao grupo diretor (diretores e conselheiros). Eu, não tenho mais o que fazer a não ser coordenar.
Na minha empresa o procedimento é análogo! Apesar de ser sócio majoritário eu não mando na empresa. Quem comanda é a Diretoria Executiva à qual hoje não mais pertenço.
Passei, junto com meus companheiros e acionistas, para o Conselho de Administração após 35 dos 37 anos de vida da empresa, dando lugar aos mais jovens, aos ex-alunos e aos empregados.
Nossa chapa, como vocês sabem, tem dois notáveis vice-presidentes Manoel Lapa e Fernando Siqueira e uma diretoria e conselhos formados por pessoas também notáveis.
Com a crise mundial que, afortunadamente, não teve a mesma repercussão no nosso país como ocorreu em outros, temos a chance de crescer, não só de forma sustentada, mas em todos os setores da economia e com repercussão em todas as classes sociais. Nesta alternativa de crescimento, a engenharia nacional estará sendo sempre requisitada. Assim, temos que não só exigir o desenvolvimento pleno, como também, que os engenheiros e as empresas de engenharia estejam preparados para esta ocorrência.
No enfrentamento de qualquer discussão, inclusive a do pré-sal, depois de sermos eleitos para o Clube de Engenharia, iremos atual sempre de forma não partidária e acima dos interesses de classes e grupos, a menos da classe dos engenheiros. Na nossa gestão, faremos questão de ouvir a todos e deixá-los exprimir seus pensamentos para o conjunto de sócios. No caso, todos que estamos citando são os tucanos, os democratas, os petistas, os pedetistas, os pessebistas, os adeptos de outros partidos e os de nenhum partido. Assim como os engenheiros assalariados, os sindicalistas, os engenheiros empresários e os desempregados.
A telefonia, notadamente a celular, vêm deixando de cumprir suas obrigações técnicas e comerciais. O Clube de Engenharia precisa liderar uma ação, pedindo o fiel cumprimento das exigências junto ao Ministério das Comunicações. É inacreditável a postura dessas empresas diante da sociedade brasileira. Não se trata de pessoas despreparadas, mas de decisões empresariais de não atender o consumidor. Nosso Clube tem que liderar a luta contra a má prestação de serviços de engenharia, sejam eles públicos ou privados!
Outro assunto que quero dar ênfase é a reforma do ensino para a formação de engenheiros. O Clube tem que convidar a Abenge – Associação Brasileira de Ensino de Engenharia, os professores de engenharia, os alunos, as empresas que empregam os engenheiros para reformular o ensino. O Básico, por exemplo, continuará como está, afastando os que pretendem ser engenheiros? Eu quase desisti da Engenharia no Básico e meu filho, que seria um bom engenheiro, abandonou o curso.
Quero estimular o engrandecimento das DTES, que deverão ser verdadeiros centros de atualização e aprimoramento técnico. Os engenheiros precisam muito disso e, na maioria das vezes, não tem recursos para as subsidiar. Mas, as grandes empresas também precisam que os engenheiros se atualizem e se aprimorem. Tenho certeza de que vou conseguir que elas subsidiem estes cursos de aperfeiçoamento.
A sede da Escola Nacional de Engenharia, a antiga Politécnica, precisa voltar a ajudar a Engenharia. Pretendo instar junto aos poderes públicos para conseguir que o prédio seja tombado, transformando-o no Museu da Engenharia Brasileira, o MEB e, quem sabe, gerido pelo nosso Clube de Engenharia com a ajuda, quem sabe ainda, das empresa públicas e privadas que tanto reconhecem a importância da Engenharia. Vou bater as portas com o pires nas mãos.
Vamos propor a transformação de nossa sede campestre em um pouso para os nossos engenheiros e arquitetos e os geólogos que não dispõem de casa de campo. Vou pedir ao arquiteto Niemeyer que projete o futuro “Campo Oscar Niemeyer” que, sem prejudicar a natureza, terá bangalôs para férias e fins de semana dos associados. Vou pedir às empresas de engenharia que doem a construção dos bangalôs projetados pelo Niemeyer e que levarão o seu nome. Assim teremos o bangalô Petrobras, EBX, Vale, Carioca, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão, Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa e outros mais que vão atender meus pedidos, tenho certeza.
Poderemos ter na sede campestre um restaurante notável com as portas para o exterior, para acolher não só os sócios, mas com descontos especiais para os sócios e seus familiares.
Sou membro efetivo da ANE- Academia Nacional de Engenharia. Fundada e sediada no Rio de Janeiro, mas não tem sede. Vou submeter ao Conselho Diretor a idéia de acolhê-la no nosso Clube, como a Febras. A Academia de braços dados com as DTEs poderá estudar, analisar e cooperar tecnicamente com o desenvolvimento nacional.
O Clube de Engenharia tem que ser o cadinho da Engenharia, unindo alunos, professores, os engenheiros de estudos e projetos, os de obra e os empresários. Juntos, para um ajudar o outro e todos ajudarem o país.
Todas as nossa idéias, repito, serão levadas aos associados e submetidas à decisão final de nosso Egrégio Conselho Diretor.
Tenho muito que falar mas o tempo se esgota.
Muito obrigado!
Depoimento Mª Helena do Rego Monteiro Gonçalves

“Atualmente como está estruturado o processo eleitoral do CE, a minoria, com o passar do tempo, só terá voz pro - forma. Isto porque a situação há anos elege 20 candidatos (80%) e a oposição 5 (20%), mesmo que a proporção de votos da chapa para o Conselho Diretor tenha sido de mais de 40%. Há que considerar também que a cada cinco mandados, o conselheiro se torna vitalício.
Hoje no CD temos cerca de 30 membros da oposição num universo de 124 conselheiros, fora a Diretoria, o que torna impossível aprovar algo que contrarie a atual administração que se perpetua no poder há mais de 20 anos.
Em 2006 para tentar democratizar as decisões no Clube as chapas CONVERGÊNCIA CE, PARTICIPAÇÃO DAS DTE’s”, “CHAPA ORDEM E PROGRESSO” e a “CHAPA SOBERANIA NACIONAL” se uniram formando a Chapa Engenharia Unida, tendo como candidato a Presidente Paulo Metri. Quase chegamos lá!
Unidos novamente lançamos este ano o Engenheiro e Professor Francis Bogossian, cuja trajetória todos conhecemos e admiramos, que vem trazer o seu prestígio, permitindo-se candidatar a Presidente desta casa centenária. Vem juntar-se àquelas figuras de igual conceito que dirigiram o CE como, Frontin, André Rebouças, Edison Passos, Maurício Joppert, Hélio de Almeida e Otávio Cantanhede e tantos outros.
Por um Clube revigorado, influente no cenário nacional, intransigente na defesa da engenharia nacional, plural e democrático, voto na CHAPA CLUBE DE ENGENHARIA UNIDO para Diretoria e para o Conselho Diretor”.
Mª Helena do Rego Monteiro Gonçalves
Hoje no CD temos cerca de 30 membros da oposição num universo de 124 conselheiros, fora a Diretoria, o que torna impossível aprovar algo que contrarie a atual administração que se perpetua no poder há mais de 20 anos.
Em 2006 para tentar democratizar as decisões no Clube as chapas CONVERGÊNCIA CE, PARTICIPAÇÃO DAS DTE’s”, “CHAPA ORDEM E PROGRESSO” e a “CHAPA SOBERANIA NACIONAL” se uniram formando a Chapa Engenharia Unida, tendo como candidato a Presidente Paulo Metri. Quase chegamos lá!
Unidos novamente lançamos este ano o Engenheiro e Professor Francis Bogossian, cuja trajetória todos conhecemos e admiramos, que vem trazer o seu prestígio, permitindo-se candidatar a Presidente desta casa centenária. Vem juntar-se àquelas figuras de igual conceito que dirigiram o CE como, Frontin, André Rebouças, Edison Passos, Maurício Joppert, Hélio de Almeida e Otávio Cantanhede e tantos outros.
Por um Clube revigorado, influente no cenário nacional, intransigente na defesa da engenharia nacional, plural e democrático, voto na CHAPA CLUBE DE ENGENHARIA UNIDO para Diretoria e para o Conselho Diretor”.
Mª Helena do Rego Monteiro Gonçalves
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